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Em Londres, Chelsea e Arsenal fizeram o clássico local, com vitória dos Blues por 2x0. Com o resultado, o Chelsea voltou à primeira posição do Campeonato Inglês e despachou o Arsenal de vez da disputa do caneco.
Os gunners entraram mais uma vez sem um atacante de referência. Nasri, Arshavin (mais à frente) e Theo Walcott comporam o sistema ofensivo do Arsenal. Apostando no contra-ataque a na valorização da posse de bola, a equipe se perdeu logo no começo do jogo, após o primeiro dos blues, aos 8 minutos. Após cobrança de escanteiro, John Terry cabeceou a bola e ela sobrou para Didier Drogba marcar.
O Arsenal não se abateu e foi ao ataque, com boas chances de empatar a partida, que pararam no goleiro Peter Cech, muito seguro no jogo. Se o espectador olhasse os números do jogo, veriam um abismo de diferença nos quesitos finalizações e posse de bola, a favor do Arsenal. Entretanto, a segurança que o Chelsea tinha no jogo mostrava que a partida estava sob controle da equipe da casa.
Eis que, aos 23 minutos, o Chelsea rouba a bola do adversário em sua defesa e inicia o que parecia ser uma das armas do Arsenal. Contra-ataque rápido entre Lampard e Drogba, que recebeu na ponta direita, cortou o defensor Clichy e chutou no contrapé de Almunia. Era o décimo segundo gol do centroavante em dez jogos contra o rival.
Na segunda etapa, o Chelsea recuou, porém os gunners esbarraram na falta de um jogador de área e não conseguiram penetrar o bloqueio azul. Percebendo a situação do jogo, o técnico Arsène Wenger enfim colocou um homem para ser a referência do time; Nicolas Bendtner não só entrou, como melhorou a equipe.
Mas o Chelsea suportou a pressão e quase fez o terceiro gol, em cobrança de falta de Didier Drogba, aos 38 minutos. Em um chute seco, Almunia ficou apenas como espectador e torcedor, olhando a bola estourar no travessão.
Após o lance, o marfinês saiu de campo, aplaudido não só pela torcida, mas pelo ator Matt Damon, que acompanhava o jogo. Um artista saudando outro.
Outro que recebeu bastante apoio foi o zagueiro e capitão John Terry. O jogador que perdera a braçadeira de capitão da seleção inglesa, teve o carinho do seu torcedor, com faixas, cantos e aplausos durante o jogo.

Com o resultado final de dois a zero, o Chelsea chegou aos 58 pontos e abriu uma vantagem de dois pontos para o Manchester United. O Arsenal deu adeus, praticamente, ao título da Premier League, com nove pontos a menos que o líder.
O placar e a partida, mais uma vez, mostraram que a equipe de Arsène Wenger é muito frágil contra adversários poderosos e que a equipe de Carlos Ancelotti conta com um dos melhores elencos do mundo e será uma das principais atrações da UCL, no próximo dia 16 de fevereiro.